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terça-feira, 2 de outubro de 2012

Atitude Positiva, essa é minha marca!



Estou trabalhando na TVA, que com a fusão com o grupo Telefonica VIVO, a partir deste mês, passa a se chamar VIVOTV. Para marcar essa mudança da marca e também as mudanças que ocorrerão internamente, foi feito uma confraternização que contou com um vídeo que juntou os depoimentos de alguns funcionários, entre eles, o meu! Tivemos a oportunidade de falar como lidamos com as mudanças em nossa vida.

Assim sendo, abaixo você confere o meu depoimento, no qual abordo as mudanças da minha família, minha mudança para o Canadá e como o meu trabalho voluntário, tanto Centro de Voluntariado de São Paulo como em outras organizações, foi um divisor de águas na minha vida!

Atitude Positiva!

quinta-feira, 26 de abril de 2012

O que aprendi com as séries...


Essa semana, encontrei com uma amiga que é fã de séries como eu e tivemos um daqueles bate-papos que quando a gente nota o tempo voou e já estamos super atrasados.

A conversa começou quando falamos da 3ª temporada de Glee, que é considera como chave para a continuidade do sucesso do seriado, até agora Ryan Murphy anda fazendo bem a lição de casa, mas mudanças, transições sempre são arriscadas, ele próprio já teve problemas com isso. Antes de Glee, Ryan foi responsável pelos sucessos Popular e Nip-Tuck e, ambas, não conseguiram manter o ritmo, a ótima história e os telespectadores.


Na sua temporada de estreia, Popular foi um fenômeno em todos os sentidos, de crítica e de audiência, mas o embate entre Brooke McQueen, a popular, e Sam McPherson, a “meia-nerd”, que viram irmãs quando seus pais se casam, acabou perdendo o apelo na temporada seguinte (elas meio que viraram colegas) e tendo um fim que decepcionou muitos... Não teve fim, a última cena se resume a vilã da história, Nicole, atropelando Brooke.

Já série sobre os cirurgiões plásticos até tentou ganhar fôlego em sua 5ª temporada, Troy e Sean mudaram-se de Miami para Hollywood, mas mesmo assim, Nip-Tuck seguiu arrastada e teve no episódio número 100 o seu grand finale.

Falando de mudanças, de transições, acredito que a mais polêmica que eu tenha assistido como telespectador foi o corte de cabelo de Felicity. Esta série de 1998 foi o primeiro trabalho de J.J. Abrams na tv, aquele que criou o Lost. Após uma 1ª temporada de enorme sucesso, no começo do segundo ano da série seus fãs saíram da frente da TV quando a protagonista, a tal Felicity, cortou suas madeixas.


O que podemos aprender com as séries são os mesmo ensinamentos que temos com a vida. No caso de Popular, quando mudamos nossa atitude e nosso ponto de vista em relação às pessoas e aos acontecimentos que nos cercam, temos o risco de perder “audiência”, mas diferente da TV, sempre podemos começar uma nova temporada buscando um novo público.

Já Nip-Tuck, não adianta você sair de Miami e ir para Hollywood que as questões mal resolvidas não serão solucionadas simplesmente pela mudança de cenário, no principio até haverá uma “injeção de oxigênio”, mas o tempo te mostrará que apesar de “novos ares” você terá que buscar a resolução destas questões, porque se não, o enredo fica monótono, sofrível e previsível, independente de onde ele ocorra.

O famoso corte de cabelo de Felicity mostra que mudanças precisam ocorre de dentro para fora... Não basta querer que os telespectadores vejam a série com um olhar mais maduro só porque a protagonista esta com o cabelo curto. Devo admitir, que o segundo ano do seriado foi muito bom e mais “cabeça” que o anterior, só que demorou um pouquinho para que os desdobramentos da história fossem coerentes com o novo visual da protagonista.

Mas será que esse novo tom era o que os telespectadores queriam? Ou, no fundo, será que essa reviravolta partiu mais dos seus criados, que tal como Felicity, queriam exteriorizar o que aconteciam em suas mentes, deixando de lado os índices e o perfil do público que sintonizava a TV? Nas séries, quem manda é audiência, mas na vida quem manda é você, que além de protagonista é o telespectador número 1, o mais importante. E, caso haja a necessidade de corrigir o enredo, há sempre uma maneira... Muitos acreditavam que Felicity não chegaria ao final da 2ª temporada, pois bem, foi até a quarta e entre as idas e vindas, o cabelo ficou liso, cresceu e até no tempo ela voltou!

Glee, ao que podemos conferir até agora, tem futuro... Alguns estão de penteado novo, outros mudarão de cidade, houve aqueles que se tornaram colegas de seus inimigos; mas todas as mudanças foram consequência da uma ótima construção de cada personagem, não ocorreram do nada ou, simplesmente, aconteceram.     

A redenção de Ryan Murphy, o acerto nesta fase de transição, está ocorrendo pelo fato de seus personagens serem complexos, ao ponto das mudanças serem percebidas pelos fãs como algo natural, que ocorre de dentro para fora e transmitindo a eles também que os integrantes do “New Directions” estão muito mais próximos do que eles imaginam, que são seres tão reais como qualquer pessoa, não ficando somente como personagens rasos, artificiais de mais um seriado de TV.

sábado, 25 de fevereiro de 2012

De onde vêem as boas ideias? / Where do good ideas come from?

De onde vêem as boas ideias?

Acredito que em alguns momentos de nossas vidas nos fizemos esta pergunta! Pois bem, o cientista Steven Johnson, que foi apontado pelas revistas Newsweek, New York Magazine e Websight como um dos mais influentes pensadores da atualidade fez um estudo sobre esta questão! Vale a pena assistir, quem sabe surge uma boa ideia!



Where do good ideas come from?

I think once in your lives we asked to ourselves this... Where do good ideas come from? So, the scientist Steven Johnson, who was considered by Newsweek, New York Magazine and Websight as one of the most influent thinkers of your times made a study about this issue. If I were you, I would take a look at this video, maybe you can come up with a good idea!

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

O tempo passa.. Time goes by...

Este vídeo traz vários trechos de filmagens que usam uma técnica chamada elipse do tempo. É muito bonito! E acho que reflete o paradoxo que muitos de nós temos que lidar nos dias de hoje!

This movie is a mix of some films that used to shoot the time-lapse technique. It’s very beautiful! And, you know, I think it makes us reflect about the paradox that most of us have to deal nowadays!

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Pensando sobre A Árvore da Vida

Quem nunca se perguntou o sentido da vida? Quem nunca questionou se Deus existe, como ele é? Quem nunca quis saber qual era o seu papel na sociedade e na vida das pessoas ao seu redor? E de onde viemos para onde iremos? Em vários momentos de nossa existência, se não em todos, a gente acaba fazendo estas indagações tanto para nós mesmos como para aquela força que rege a nossa vida e o universo.

Mas, existem situações em que tais questionamentos são mais presentes, como na perda de um ente querido... Mas difícil do que isto, é quando a morte não segue o seu fluxo natural, quando um filho vai antes que seus pais. Este é o ponto de partido do filme “A Árvore da Vida”, que busca levantar tais questões e fazer uma reflexão sobre as possíveis respostas e até mesmo a falta delas.

Diferente de um drama tradicional, este não tem “lágrimas fáceis” e nem uma “edição romantizada”. O longa metragem usa belas imagens, música clássica, mistura o real com o experimental, a poesia com a narrativa, a história com a crença, a natureza com a graça e, apesar de ter como figura mais evidente o filho mais velho, todos têm os seus momentos de questionamento... Onde eu errei? O que eu estava procurando? O que era e o que é a felicidade? E onde ela está: na família, no trabalho, numa casa, numa árvore, no dinheiro, no abstrato?

Caso vá assistir, se prepare para experimentar, mergulhe de cabeça, sem pensar! É um filme mais intimista, para espectadores que estão a fim de questionarem e, de certa forma, entrarem em contato no seu intimo com as questões que o enredo levanta.

O filme retrata vários momentos simples, pitorescos, daqueles que a gente só valoriza depois que eles passam e, apesar do longa ser ambientalizado quase todo nos anos 50, acredito que exista pelo menos uma cena que suscita alguma lembrança afetiva, talvez seja por isso que você escuta pessoas chorando em várias partes do filme como também outras se contorcendo de incomodo, porque nem todas as lembranças afetivas são felizes, porém, tantos boas quanto ruins, podem ajudar nós a sermos felizes, cabe a gente querer e não se perder como o protagonista.

Terrence Malick é o roteirista e diretor deste filme, ele é responsável pelo belíssimo “Além da Linha Vermelha”, que busca mostrar o íntimo, a humanidade no meio do caos da guerra, imagina o que ele propõe em “A Árvore da Vida”, onde busca o sentido da nossa existência e de Deus. Talvez ele queira explicar muito e não explique nada ou, quem sabe, ele explica algo tão simples que só pode ser complexo!