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quarta-feira, 2 de maio de 2012

Freddie Mercury (Queen) became a cartoon hero / Freddie Mercury (Queen) vira herói de história em quadrinhos


Have you ever thought that Freddie Mercury could be a cartoon hero? Pablo Stanley imagined and created this video using the music Don’t Stop Me Now, a huge hit from Queen.

Você imaginou que Freddie Mercury poderia ser um heroi de história em quadrinhos? Pablo Stanley imaginou e criou este vídeo com a música Don’t Stop Me Now, um dos grandes sucessos do Queen.

quinta-feira, 26 de abril de 2012

O que aprendi com as séries...


Essa semana, encontrei com uma amiga que é fã de séries como eu e tivemos um daqueles bate-papos que quando a gente nota o tempo voou e já estamos super atrasados.

A conversa começou quando falamos da 3ª temporada de Glee, que é considera como chave para a continuidade do sucesso do seriado, até agora Ryan Murphy anda fazendo bem a lição de casa, mas mudanças, transições sempre são arriscadas, ele próprio já teve problemas com isso. Antes de Glee, Ryan foi responsável pelos sucessos Popular e Nip-Tuck e, ambas, não conseguiram manter o ritmo, a ótima história e os telespectadores.


Na sua temporada de estreia, Popular foi um fenômeno em todos os sentidos, de crítica e de audiência, mas o embate entre Brooke McQueen, a popular, e Sam McPherson, a “meia-nerd”, que viram irmãs quando seus pais se casam, acabou perdendo o apelo na temporada seguinte (elas meio que viraram colegas) e tendo um fim que decepcionou muitos... Não teve fim, a última cena se resume a vilã da história, Nicole, atropelando Brooke.

Já série sobre os cirurgiões plásticos até tentou ganhar fôlego em sua 5ª temporada, Troy e Sean mudaram-se de Miami para Hollywood, mas mesmo assim, Nip-Tuck seguiu arrastada e teve no episódio número 100 o seu grand finale.

Falando de mudanças, de transições, acredito que a mais polêmica que eu tenha assistido como telespectador foi o corte de cabelo de Felicity. Esta série de 1998 foi o primeiro trabalho de J.J. Abrams na tv, aquele que criou o Lost. Após uma 1ª temporada de enorme sucesso, no começo do segundo ano da série seus fãs saíram da frente da TV quando a protagonista, a tal Felicity, cortou suas madeixas.


O que podemos aprender com as séries são os mesmo ensinamentos que temos com a vida. No caso de Popular, quando mudamos nossa atitude e nosso ponto de vista em relação às pessoas e aos acontecimentos que nos cercam, temos o risco de perder “audiência”, mas diferente da TV, sempre podemos começar uma nova temporada buscando um novo público.

Já Nip-Tuck, não adianta você sair de Miami e ir para Hollywood que as questões mal resolvidas não serão solucionadas simplesmente pela mudança de cenário, no principio até haverá uma “injeção de oxigênio”, mas o tempo te mostrará que apesar de “novos ares” você terá que buscar a resolução destas questões, porque se não, o enredo fica monótono, sofrível e previsível, independente de onde ele ocorra.

O famoso corte de cabelo de Felicity mostra que mudanças precisam ocorre de dentro para fora... Não basta querer que os telespectadores vejam a série com um olhar mais maduro só porque a protagonista esta com o cabelo curto. Devo admitir, que o segundo ano do seriado foi muito bom e mais “cabeça” que o anterior, só que demorou um pouquinho para que os desdobramentos da história fossem coerentes com o novo visual da protagonista.

Mas será que esse novo tom era o que os telespectadores queriam? Ou, no fundo, será que essa reviravolta partiu mais dos seus criados, que tal como Felicity, queriam exteriorizar o que aconteciam em suas mentes, deixando de lado os índices e o perfil do público que sintonizava a TV? Nas séries, quem manda é audiência, mas na vida quem manda é você, que além de protagonista é o telespectador número 1, o mais importante. E, caso haja a necessidade de corrigir o enredo, há sempre uma maneira... Muitos acreditavam que Felicity não chegaria ao final da 2ª temporada, pois bem, foi até a quarta e entre as idas e vindas, o cabelo ficou liso, cresceu e até no tempo ela voltou!

Glee, ao que podemos conferir até agora, tem futuro... Alguns estão de penteado novo, outros mudarão de cidade, houve aqueles que se tornaram colegas de seus inimigos; mas todas as mudanças foram consequência da uma ótima construção de cada personagem, não ocorreram do nada ou, simplesmente, aconteceram.     

A redenção de Ryan Murphy, o acerto nesta fase de transição, está ocorrendo pelo fato de seus personagens serem complexos, ao ponto das mudanças serem percebidas pelos fãs como algo natural, que ocorre de dentro para fora e transmitindo a eles também que os integrantes do “New Directions” estão muito mais próximos do que eles imaginam, que são seres tão reais como qualquer pessoa, não ficando somente como personagens rasos, artificiais de mais um seriado de TV.

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Pimenta nos olhos dos outros é, literalmente, um refresco!



"Caraca, é pimenta!!! Mas, depois, melhora... Você vai ver a sensação boa!" Olha, esse colírio é para japonês ver!
 

quarta-feira, 11 de abril de 2012

DVD Original com cara de Pirata - The Girl With the Dragon Tattoo

Não tive a oportunidade de assistir a versão de David Fincher para o romance “The Girl with the Dragon Tattoo” (Millennium – Os Homens que Não Amavam as Mulheres). Para minha felicidade, em breve, o filme será lançado em DVD aqui no Brasil e foi lançado recentemente nos EUA.

Além do pôster, que acho genial, o DVD também veem com um visual bem ousado e que tem tudo a ver com o longa, que conta a história de uma hacker que ajuda um jornalista na investigação de um crime.

Como vocês podem ver, o DVD lembra uma daquelas cópias que amigos fazem para gente ou que os câmelos vendem por R$5 real... O que acontece, é que tal semelhança vem causando um pouco de confusão entre as pessoas que compraram o DVD original. Aquele medo de ter comprado gato por lebre!

Espero que ao alugar o DVD aqui no Brasil, ele tenha o mesmo visual que o já vendido nos EUA! Mas, acho que devido à polêmica, eles poderão mudar o adesivo do DVD : (

Fica registrado o ótimo trabalho realizado pelo designer Neil Kellerhouse, que também assina o pôster deste filme, do Social Network (A Rede Social), The American (Um Homem Misterioso) e de muitos outros. E que outros cineastas sigam o exemplo de David Fincher e apostem mais no design para a promoção de seus longas, assim, muitas pessoas deixarão de comprar os DVDs piratas para terem em casa um DVD original. Além de assistirem os filmes, possam exibir o DVD para amigos e reservar aquele espaço especial na estante!

From Blog

quarta-feira, 28 de março de 2012

Como se cria um hambúrguer bonito!

Como seria bom se o Big Mac que vemos no comercial ou na foto do display fosse igualzinho aquele que chega às nossas mãos!

Pois bem, este vídeo, que já é um pouco velhinho, revela o segredo de como o hambúrguer fica tão vistoso, porém, depois da “revelação”, acho que você irá querer comer mesmo aquele mirradinho, pois o da foto, do comercial não é tão saboroso como aparenta ser!

Bom Apetite!

segunda-feira, 19 de março de 2012

Visita a Niagra Falls

Confira a minha visita a Niagra Falls, as cataratas que ficam na fronteira entre os EUA e o Canadá.

quarta-feira, 14 de março de 2012

Margin Call - O Dia Antes do Fim; uma nova subcategoria para os Filmes Catástrofe

Ao pensar em filme catástrofe, vem a minha mente longas como Indepence Day (1996), Armageddon (1998), Impacto Profundo (1998), O Dia Depois de Amanhã (2004), Guerra dos Mundos (2005), mas nunca passaria pela minha cabeça que os extraterrestres, meteoros, catástrofes naturais seriam substituídos pelo mercado financeiro.

No final de 2011, foi lançado no Brasil o filme Margin Call que aqui teve acrescentado no seu nome a seguinte frase: “O Dia antes do Fim”. Nós brasileiros sempre criticamos como os títulos dos filmes são traduzidos, ou melhor, recriados; mas também com casos como “Se Enloquecer, não se Apaixone”, no qual o original é “It’s Kind of a Funny Story” (o filme é bom, o livro é melhor ainda), fica difícil dar crédito as pessoas que fazem estas traduções.

O objetivo ao se traduzir um título de um filme para português, não é somente fazer uma tradução literal, mas é buscar um título que transmita o que filme é para a realidade brasileira ou quando se acrescenta uma frase, é buscar contextualizar aquele longa-metragem.

Ao comentar para com um amigo que tinha alugado esse filme, ele me perguntou se morriam várias pessoas, se tinha muitas explosões e ficou surpreso quando lhe falei sobre o que era o enredo do longa; ele logo disse: “Mas também, com o nome desse, o que eu poderia pensar?!”.

Neste caso, acredito que esta tradução é um dos poucos exemplos de um ótimo nome de filme. “Margin Call – O Dia Antes do Fim” é sim um filme no qual muitas pessoas morrem, mostra o cenário onde explodiram vários escândalos que levaram abaixo grandes impérios e, principalmente, um dos filmes catástrofes mais tangíveis que já assisti, já que até hoje todos sofremos as seqüências do que é retratado no longa dirigido e escrito por J.C. Chandor.


O enredo é baseado em fatos reais e mostra as 24 horas antes do início da crise financeira de 2008 tendo como cenário uma empresa de investimentos localizada em Wall Street. O ponto de partida da história é quando o analista de operações Peter Sullivan (interpretado por Zachary Quinto, o Sylar da série Heroes) tem acesso a informações deixadas pelo seu antigo chefe (Stanley Tucci) que relevam que a empresa está prestes a quebrar. Com o desenrolar da trama, vemos os bastidores, todo o jogo de poder, os conflitos pessoais e também como foram tratadas as questões éticas e morais que culminaram no FIM.

O elenco é formado por grandes nomes como Kevin Spacey, Paul Bettany, Jeremy Irons, Mary McDonnell, Demi Moore, entre outros.

Quando se tratam de filmes que se dizem “baseados em fatos verídicos”, e em algumas situações, fica até aquela desconfiança, será mesmo? Quem nunca assistiu um filme desses e foi correndo ver os extras para se certificar do que estava sendo retratado?


O DVD do longa não possui muitos, mas caso você ainda não tenha assistido, fica a dica do Vencedor do Oscar 2011 de Melhor Documentário, “Trabalho Interno” (Inside Job). É impressionante como você consegue identificar no documentário os personagens do longa-metragem e questões que são levantas pelo filmes são bem explicadas neste vencedor do Oscar.

Acho que para nós, após assistir estes dois ótimos filmes, fica aquela sensação, aquela dúvida: “Como isso aconteceu e acontece? Como pessoas podem se sujeitar a esta situação e não pensar no próximo? O que está acontecendo com a nossa sociedade?”.


Para completar a trilogia, recomendo que você assista “Wall Street – O Dinheiro Nunca Dorme”. O longa-metragem escrito e dirigido por Oliver Stone mostra o embate entre a nova geração que pensou que através do sistema poderia mudar o mundo, personificada no papel do novato corretor da bolsa de valores interpretado por Shia LaBeouf, e os antigos magnatas que tem como filosofia “A Ganância é boa!”, que são representados pelo personagem Gordon Gekko (Michael Douglas).

Assim, com “Margin Call – O Dia Antes do Fim” vemos que a categoria filme catástrofe ganha uma nova subcategoria e diferente das outras; neste caso, infelizmente, não é apenas uma pessoa (um Will Smith, um Bruce Willis, um Tom Cruise da vida) ou um milagre que salvará o mundo.